Você não gostou
Você renegou
Você reclamou
Não me surpreende
Ainda assim escrevi
Coloquei aqui.
Para o meu amor
"Qunatas músicas dura
A nossa paz?
Quantas faixas passam ilesas
Antes do próximo empasse?
As vezes fico tentando,
Misturando regras e sentimentos
Pra ver se descubro a cura
Pro nosso amor errante
Não há consentimento
Há amor
Não há encontro de pensamento
Há dor
Amor,
Dor,
Amor,
Dor,
Amor amor
O que nos prende
O que nos une
O que nos queima
Quem nos entende?
Nós não entendemos
O que queremos
O que faremos
O que tememos
Nós sabesmo o que é certo:
Eu te quero por perto
Só com você me desperto
Para você deixo aqui meu peito aberto
Não sei como manteremos
Com esse amor crescemos
Com esse amor vivemos
Nada mais sabemos."
É mais pessoal do que você pensa
É mais nosso do que você vê
É mais profundo do que você lê
Falo da poesia e do nosso amor
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Se você estiver ai
Se você estiver ai Xuxuh, queria te contar que essa noite sonhei com você.Eu te via, você sorria. Eu te toquei. Foi quente como sempre há de ser.
Seu cabelo continuava preso, independente de quantas vezes eu tenha pedido pra vc deixa-lo solto.
Sua imagem era tão presente, seu sorriso preenchia todo o espaço.
Essa noite eu sonhei com você e acordei com o peito apertado. Querendo seu abraço.
Como disse a Talita, nós não entendemos os motivos, as razões e sofremos por isso. Você não, vc sempre entende tudo antes. Porque você é o Sol. Meu Sol. Nosso Sol.
Especialmente hoje minha saudade está me sufocando.
Amo você Xuxuh.
Seu cabelo continuava preso, independente de quantas vezes eu tenha pedido pra vc deixa-lo solto.
Sua imagem era tão presente, seu sorriso preenchia todo o espaço.
Essa noite eu sonhei com você e acordei com o peito apertado. Querendo seu abraço.
Como disse a Talita, nós não entendemos os motivos, as razões e sofremos por isso. Você não, vc sempre entende tudo antes. Porque você é o Sol. Meu Sol. Nosso Sol.
Especialmente hoje minha saudade está me sufocando.
Amo você Xuxuh.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Para você
Não é de costume publicações minhas felizes ou apaixonadas.
Mas a poesia e você merecem. Não há titulo. São fragmentos de poesias por onde dividi meu amor.
Eu quero cantar pra você
Todas as cores do meu sorriso
Elas preenchem minha boca e meus olhos
Quando você fica comigo
--------------------------------v-----------------------------
Eu não quero juras que se desfazem com a dor. De você eu também não quero a compreensão comprada com argumentos. De você eu quero a lembrança de dias quentes, o gosto do beijo amanhecido, eu quero a presença da sua distância e os seus pensamentos. Por favor, me dê um pouco do se cansaço e, se possível, um pouco também da sua serenidade.
Para você eu quero toda minha ânsia de viver, a minha claustrofobia e a minha visão.
Para nós eu quero a renovação constante, companhia e uma boa discução.
De nós eu quero a essência, o entusiasmo e a paixão.
------------------------------------- v ------------------------------------------
Em você o que me encanta
Não são seus olhos cheios
Não é o seu sorriso sincero
Não são seus gritos verdadeiros
Em você o que me encanta
È a sua frieza calculada
A sua sinceridade desmedida
O seu amar descompassado
E a sua alegria sem hora
O seu carinho adolescente
O seu auto– compromisso
A sua vontade autoritária
A sua companhia rezada
O que me encanta em você
É o seu amor turista
O seu tesão independente
E a sua consciência vagante.
------------------------------------------v-------------------------------------
Eu não preciso dizer que amo
Não preciso de presentes
Datas marcadas
Juras, provas ou falas
Preciso apenas segurar a sua mão
Sentir o cheiro do seu cabelo
Se parar pra ouvir meus olhos berrando
Entenderá que por você eu me refaço quantas vezes for preciso
Só você tem o poder de me construir
Destruir
Reformar
Completar
E me fazer precisar sempre de mais uma dose sua.
Mas a poesia e você merecem. Não há titulo. São fragmentos de poesias por onde dividi meu amor.
Eu quero cantar pra você
Todas as cores do meu sorriso
Elas preenchem minha boca e meus olhos
Quando você fica comigo
--------------------------------v-----------------------------
Eu não quero juras que se desfazem com a dor. De você eu também não quero a compreensão comprada com argumentos. De você eu quero a lembrança de dias quentes, o gosto do beijo amanhecido, eu quero a presença da sua distância e os seus pensamentos. Por favor, me dê um pouco do se cansaço e, se possível, um pouco também da sua serenidade.
Para você eu quero toda minha ânsia de viver, a minha claustrofobia e a minha visão.
Para nós eu quero a renovação constante, companhia e uma boa discução.
De nós eu quero a essência, o entusiasmo e a paixão.
------------------------------------- v ------------------------------------------
Em você o que me encanta
Não são seus olhos cheios
Não é o seu sorriso sincero
Não são seus gritos verdadeiros
Em você o que me encanta
È a sua frieza calculada
A sua sinceridade desmedida
O seu amar descompassado
E a sua alegria sem hora
O seu carinho adolescente
O seu auto– compromisso
A sua vontade autoritária
A sua companhia rezada
O que me encanta em você
É o seu amor turista
O seu tesão independente
E a sua consciência vagante.
------------------------------------------v-------------------------------------
Eu não preciso dizer que amo
Não preciso de presentes
Datas marcadas
Juras, provas ou falas
Preciso apenas segurar a sua mão
Sentir o cheiro do seu cabelo
Se parar pra ouvir meus olhos berrando
Entenderá que por você eu me refaço quantas vezes for preciso
Só você tem o poder de me construir
Destruir
Reformar
Completar
E me fazer precisar sempre de mais uma dose sua.
A Bruxa
A Bruxa – 22/11/2008
O que me mata
É seu olhar de gárgula
Tenso e silencioso
Me petrifica sem dizer nada
Você está sempre me fitando
Você e a gárgulas me julgando
Eu em baixo, olhando
Sentindo olhares me queimando
Como se não bastasse a flechada,
Me destruindo, já petrificada,
Das suas bocas saem poucas palavras
Depois delas não devo dizer mais nada
É como um julgamento medieval
São poucos os presentes no tribunal
Do advogado não há sinal
O veredicto é dado antes do argumento inicial
Você é a razão, a consciência e a maturidade
A sua língua me mostra a verdade
Os seus olhos são a única claridade
Para mim raramente há piedade
Não há defesa ou explicação
Com muita súplica, talvez o perdão
Agora me diga, Ó Senhora da Razão
Devo me ajoelhar e olhar para o chão?
Esse sua amor às vezes ma lembra
Os tempos medievais e suas sentenças
Onde o que importava não era a benevolência
Mas sim a crença e a descrença
Você se mostra chateada
Me manipula com chantagens baratas
Quais são as minhas armas?
Como lutar contra uma juíza amada?
Esse nosso amor de inquisição
Onde meu papel é concordar com paixão
Entender e aceitar sua imposição
Me tornar boa meninas sem contestação
Posso afirmar: decoração, estou tentando
Sobre minha condição ando pensando
Como uma burguesa posso me vestir
Mas em meus olhos a bruxa não deixará de existir
O que você quer é meu bom comportamento
Rezando todo o dia, me adaptando ao convento
Mas eu sei que o que você nunca esquece
É da minha natureza pagã, que não padece
Eu devo esquecer meus caldeirões
E a prender as suas corretas lições?
Ou você deveria abrir os olho e enxergar
Que seu mundo não é meu lugar?
O que me mata
É seu olhar de gárgula
Tenso e silencioso
Me petrifica sem dizer nada
Você está sempre me fitando
Você e a gárgulas me julgando
Eu em baixo, olhando
Sentindo olhares me queimando
Como se não bastasse a flechada,
Me destruindo, já petrificada,
Das suas bocas saem poucas palavras
Depois delas não devo dizer mais nada
É como um julgamento medieval
São poucos os presentes no tribunal
Do advogado não há sinal
O veredicto é dado antes do argumento inicial
Você é a razão, a consciência e a maturidade
A sua língua me mostra a verdade
Os seus olhos são a única claridade
Para mim raramente há piedade
Não há defesa ou explicação
Com muita súplica, talvez o perdão
Agora me diga, Ó Senhora da Razão
Devo me ajoelhar e olhar para o chão?
Esse sua amor às vezes ma lembra
Os tempos medievais e suas sentenças
Onde o que importava não era a benevolência
Mas sim a crença e a descrença
Você se mostra chateada
Me manipula com chantagens baratas
Quais são as minhas armas?
Como lutar contra uma juíza amada?
Esse nosso amor de inquisição
Onde meu papel é concordar com paixão
Entender e aceitar sua imposição
Me tornar boa meninas sem contestação
Posso afirmar: decoração, estou tentando
Sobre minha condição ando pensando
Como uma burguesa posso me vestir
Mas em meus olhos a bruxa não deixará de existir
O que você quer é meu bom comportamento
Rezando todo o dia, me adaptando ao convento
Mas eu sei que o que você nunca esquece
É da minha natureza pagã, que não padece
Eu devo esquecer meus caldeirões
E a prender as suas corretas lições?
Ou você deveria abrir os olho e enxergar
Que seu mundo não é meu lugar?
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Manhã
Tentando passar para as letras e para a lente o ritmo do meu coração, o calor das minhas costas, a ansia das minha mãos.
Manhã
Se as notas do meu violão
à mim pertencessem
Faria uma canção para a manhã
Para ela que me dá essa paz fresca e sã
Se as tintas envelhecidas na gaveta
à mim pertencessem
Pintaria todas as cores presentes em mim
Ao olhar a manhã e seu Sol cor de carmim
Se o ritmo da dança
à mim pertencesse
Faria uma coreografia ao som da aurora
Em homenagem à música presente nessa hora
Como as notas, as tintas e o ritmo
à mim não pertencem
Dedico à aurora e a todos, que como eu, sentem
Meus versos com som, cores e movimento
Para ela que amanhece meus sonhos
Que me ilumina os primeiros pensamentos
Que acorda os meus sentidos
E faz renascer minha rotina.
sábado, 15 de novembro de 2008
Um pouco menos de mim – parte 2
Nada além de seguir
É só o que me resta fazer
Me manter ausente de mim
Não sentir pra não sofrer
Desespero ou estagnação
Posso escolher
Ser o que não controlo
Ou controlar e não ser
Fazer o necessário
Obedecer sem comentário
Ouvir o indispensável
Agir diante do inevitável
O que esperam é que eu me cale?
Eu calo
O que esperam é que eu pare?
Eu paro
Vou me renegar
Me abandonar
Me controlar
Lhe agradar
Com minhas lágrimas faço uma bolha
Em minha boca ponho uma rolha
Em meus pés mexo as correntes
O que eu penso se matem em minha mente
Todos os meus movimentos são suspeitos
Todos meus olhares transpassam desrespeito
Todas as minhas palavras soam receio
Não meu, mas o seu receio do alheio
É só o que me resta fazer
Me manter ausente de mim
Não sentir pra não sofrer
Desespero ou estagnação
Posso escolher
Ser o que não controlo
Ou controlar e não ser
Fazer o necessário
Obedecer sem comentário
Ouvir o indispensável
Agir diante do inevitável
O que esperam é que eu me cale?
Eu calo
O que esperam é que eu pare?
Eu paro
Vou me renegar
Me abandonar
Me controlar
Lhe agradar
Com minhas lágrimas faço uma bolha
Em minha boca ponho uma rolha
Em meus pés mexo as correntes
O que eu penso se matem em minha mente
Todos os meus movimentos são suspeitos
Todos meus olhares transpassam desrespeito
Todas as minhas palavras soam receio
Não meu, mas o seu receio do alheio
Um pouco menos de mim
O que acontece entre a sanidade e a loucura?
Qual é o caminho do surto?
Sei o antes e o depois
Não sei como se atravessa de um para o outro
Por não conhecer tenho medo de estar no meio
Quanto tempo demora pra abandonar a lucidez?
Quanto tempo ainda tenho?
Só sinto meu peito arder
Vejo minha muralha ceder
Pode não parecer
Mas comecei a me perder
Sou resistente, não me entrego
Sou fraca, não supero
Essa pressão invisível
Está começando a tocar minha carne
Nem os versos têm mais sentido
Parece que nem a poesia está mais comigo
O silêncio dom meu medo é meu amigo
Meu racional se sente traído
Qual é o caminho do surto?
Sei o antes e o depois
Não sei como se atravessa de um para o outro
Por não conhecer tenho medo de estar no meio
Quanto tempo demora pra abandonar a lucidez?
Quanto tempo ainda tenho?
Só sinto meu peito arder
Vejo minha muralha ceder
Pode não parecer
Mas comecei a me perder
Sou resistente, não me entrego
Sou fraca, não supero
Essa pressão invisível
Está começando a tocar minha carne
Nem os versos têm mais sentido
Parece que nem a poesia está mais comigo
O silêncio dom meu medo é meu amigo
Meu racional se sente traído
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